6 temas de onde você pode esperar inovação em 2022


Contexto para materializar o que ainda está por vir

Negócios
Inovações em 2022

O ano de 2022 começa um pouco mais seguro com o estágio da vacinação no mundo, mas ainda cercado de incertezas, diante de novas variantes da Covid-19 e o cancelamento de eventos sociais. É como se estivéssemos dirigindo um carro na cidade grande: acelera um pouco mas logo tem que frear, parar e eventualmente refazer a rota.

Na hora de planejar o ano, seja para as pessoas ou os negócios, uma mentalidade que a pandemia nos relembrou e que pode ajudar a evitar a frustração é que há coisas que simplesmente não estão sob o nosso controle.

Diante desse cenário, diferentes setores já se perguntam o que podemos esperar de inovação em 2022 e de onde ela pode surgir, seja para solucionar um problema existente ou com uma proposta de valor totalmente nova.

– Leia também: Essas 5 lições são essenciais para começar um processo de inovação

Todo ano, é comum ver promessas de tendências para diversas áreas, mas fica difícil separar o que é hype do que é real quando elas não estão suficientemente contextualizadas.

É por isso que reunimos os especialistas da Questtonó Manyone para comentar 6 temas relacionados à inovação que acreditamos que você deve ficar de olho e que podem nortear as principais transformações nos negócios e na sociedade em 2022.

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A análise condensa informações relevantes sobre essas áreas a partir da nossa visão estratégica de design e inovação, a fim de te ajudar nos negócios, na vida e na carreira.

Os temas escolhidos são: Sociedade e Comportamento, Alimentação, Metaverso, Saúde, Consumo e Universo Financeiro. Leia abaixo e descubra o que você pode esperar de inovação em 2022.

1 – O que esperar de inovação em 2022 em: Sociedade e Comportamento

“A experiência aguda da pandemia deixou várias feridas da sociedade expostas. Ela ampliou a desigualdade social e expôs ainda mais o aumento da concentração de riqueza. Estima-se que as pessoas mais pobres levarão mais de uma década para voltar ao nível de qualidade de vida que tinham antes. Enquanto isso, a fortuna das 500 pessoas mais ricas do mundo aumentou em mais de U $1 trilhão.

Ainda, a política tradicional parece não acompanhar as necessidades ligadas ao bem-estar da população, e isso acarreta em mudanças no comportamento das pessoas que colocam em cheque o sonho de ascensão pelo consumo. Esse sonho se mostra inatingível para a maioria e, mesmo quando alcançado, está longe de ser uma garantia de bem-estar e felicidade.

Livros da Marie Kondo, programas sobre o movimento Tiny House, documentários sobre minimalismo, coleções de moda renunciando à ostentação… Nos últimos anos, presenciamos um aumento significativo desse tipo de produção e existem movimentos da sociedade que mostram que estamos diante de uma oportunidade de ouro para o surgimento de novos imaginários de bem-estar.

Com o aumento da vacinação nos EUA e o início da retomada econômica, um fenômeno inesperado ocorreu. A cada mês, milhões de americanos estão pedindo demissão de seus empregos anteriores à pandemia. Este fenômeno, que muitos estão chamando de “a grande renúncia”, torna revelador que a pandemia levou as pessoas a repensarem seu modo de vida, seja porque deixou a morte mais presente, seja por nos dar mais clareza do que realmente importa. O fato é que muita gente mudou de perspectiva e está renunciando a busca de uma ascensão idealizada às custas de comprometer sua qualidade de vida no presente. Um movimento relacionado a essa ideia de renúncia tem ganhado projeção nos últimos anos e é chamado por vários nomes, entre eles essencialismo e minimalismo.

A crítica ao modelo de felicidade através do consumo e da concentração de riqueza prega que uma vida mais minimalista dá ao indivíduo a possibilidade de viver com mais leveza e mobilidade, aumentando suas chances de alcançar o bem-estar. Ao ter menos coisas para sustentar, somos capazes de escolher trabalhos com os quais nos identificamos mais e perdemos menos tempo cuidando do que temos. Como consequência, temos mais tempo e mais qualidade de vida. 

Sabemos que isso ainda é um exemplo para poucos e, mais importante ainda, estamos falando de pessoas que podem escolher seu modo de vida, enquanto a maioria da população está apenas lutando para se manter. Mas, apesar disso, é uma esperança perceber que novas propostas estão ganhando força, rompendo com um modelo que trouxe muito mais sofrimento do que bem-estar e, junto com isso, está levando nossa biodiversidade, tornando nosso futuro incerto.”

Barão Di Sarno, futurista e sócio-fundador da Questtonó Manyone

2 – O que esperar de inovação em 2022 em: Alimentação

“Trabalhando com grandes empresas do ramo como Ambev e Bauducco, pudemos identificar em primeira mão algumas tendências bem interessantes. Mais do que isso, também pudemos ver que estas tendências não necessariamente se resumem a alimentação ou bebidas, mas que estão tomando vida em diferentes áreas e mercados.

Uma das mais proeminentes é o movimento health & wellness. Esta tendência não é novidade e já vem forte há alguns anos, mas continuamos vendo um crescimento robusto para o futuro próximo. No setor de alimentação e bebidas, isso se traduz em produtos mais naturais, mais saudáveis e até funcionais, trazendo ingredientes que complementem a saúde das pessoas. Aqui, o movimento está indo além do “zero/low” (como os produtos zero açúcar, low carb e etc.) e trazendo também um “extra”: mais proteínas, vitaminas, fibras e até experimentando ingredientes que aceleram o metabolismo, ajudam no sono e melhoram a pele, por exemplo.

Outra tendência que estamos observando é uma evolução do “mais por menos”. Sentindo os efeitos da pandemia na situação econômica atual do país e do mundo, os consumidores têm a necessidade de gastar menos, mas não querem abrir mão da qualidade que já estão acostumados. Aqui, este mercado está experimentando produtos que entregam a mesma experiência, mas que oferecem um custo menor. Embalagens e quantidades maiores, programas de vantagens, produtos retornáveis… As possibilidades parecem conhecidas para nós, mas estão retornando com força e prometem impulsionar muitas inovações no mercado.

Ainda no tema dos efeitos da pandemia, pudemos testemunhar um fenômeno interessante: os rituais de casa. Confinadas durante a quarentena, as pessoas cozinharam mais, aprenderam novas receitas e tentaram um pouco de tudo para lembrar daquela sensação gostosa de comer em um restaurante ou beber no bar. Por incrível que pareça, muita gente pegou gosto pela coisa e estamos vendo cada vez mais eventos em casa, com menos pessoas, mais acessíveis e mais seguros. O setor de alimentação identificou esse fenômeno e está cada vez mais pensando em produtos que exploram – e melhoram – esses rituais domésticos: a experiência de degustar um vinho, de preparar um jantar para alguém amado, ou até de fazer seu próprio pão, cerveja ou queijo.

Diante de um cenário de melhora da pandemia, muitas pessoas estão se sentindo prontas para retornar ao mundo com força total. Existe um brilho nos olhos ao pensar no futuro, que promete todo tipo de experiências surpreendentes e aventuras mágicas que vão compensar este tempo que passamos confinados. Este contexto, unido ao fato de que estamos em uma era de abundância de produtos, está impulsionando os limites deste mercado: o que mais os produtos podem oferecer além do óbvio? Além de refrescar, matar a sede ou acompanhar a conversa, que outras experiências interessantes e sensoriais uma bebida pode oferecer?

Seguindo um movimento que está sendo percebido em muitas áreas diferentes, a alimentação também está se voltando para a alta personalização. Indo muito além de escolher seu próprio sabor, em breve o consumidor vai ser capaz de construir sua própria receita dos produtos que mais consome, algo parecido com uma tendência recente no mercado de skincare. Conhecendo seu corpo e sua saúde, as pessoas poderão interferir na composição química de seus produtos, customizando as proporções para que atendam com precisão suas necessidades específicas de nutrientes.”

Mariana Gastal, gerente de projetos da Questtonó Manyone

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3 – O que esperar de inovação em 2022 em: Metaverso

“Todos nós ouvimos muito sobre o metaverso nesse último ano, após o anúncio da troca de nome do Facebook para Meta. Apesar de todo o hype que isso gerou ao longo dos últimos meses, esse conceito já estava sendo perseguido e desenvolvido por muitas empresas há alguns anos, sob a lente de diversos nomes: “Mirrorworld”, “Spatial Web”, “AR Cloud”, “Magicverse”, dentre outros. E a realidade é que tudo isso vai fazer parte de uma plataforma única, aberta e descentralizada, sem ter uma única empresa “dona” desse universo, que poderá ser vivenciado de maneira totalmente virtual (VR) e também físico-digital (AR/MR). Assim, é importante entender de fato o conceito amplo do metaverso e como isso vai transformar nossas experiências físicas e digitais. 

Podemos descrever o metaverso como a nova geração da internet, chamada de Web 3.0. A primeira geração, chamada de Web 1.0, foi o início da internet, onde pudemos criar páginas e colocar informações online acessíveis para o mundo todo. A Web 2.0 foi a introdução das redes sociais e do mobile, onde pudemos nos conectar e compartilhar informações com pessoas do mundo todo e de qualquer lugar que estivéssemos. A Web 3.0, que estamos chamando de metaverso, será o momento em que vamos ter todas as experiências digitais contextualizadas ao nosso redor, conectando pessoas, lugares e objetos e fazendo com que as barreiras entre o mundo físico e digital se dissolvam. E isso se dará através de não só uma, mas uma série de tecnologias que, em conjunto, vão construir essa plataforma única e integrada: 5G, AI, IoT, blockchain e XR. Tudo isso criará esse mundo digital que é persistente e consciente do nosso ambiente físico, inteligente, seguro e imersivo. 

Isso significa um universo de novas possibilidades que vai transformar todos os setores e a maneira como pensamos em novas soluções para diversos problemas: cidades se tornarão mais inteligentes e dados em tempo real sobre mobilidade, energia e meio ambiente vão estar contextualizados e mais fáceis de serem analisados por urbanistas; cirurgiões vão poder discutir com outros médicos do mundo inteiro sobre diferentes casos como se estivessem em uma mesma sala e realizar procedimentos em pacientes a distância; arquitetos e designers vão conseguir colaborar, criar e prototipar diversas soluções digitalmente e simular os impactos no mundo físico antes de construírem qualquer coisa; professores e alunos vão poder imergir virtualmente em qualquer lugar do mundo real e aprender na prática sem precisar sair da sala de aula; e a forma da qual consumimos conteúdo de entretenimento e jogos vai se transformar totalmente, uma vez que vamos poder nos transportar dentro das histórias e participar ativamente desses mundos fantasiosos. 

Do ponto de vista do design, isso vai transformar como criamos soluções e experiências para as pessoas, uma vez que vamos ter acesso a uma computação muito mais inteligente e espacial e não vamos mais ficar necessariamente restritos a telas de tamanhos limitados e interfaces 2D. Com a evolução do XR, em que cada vez mais empresas devem lançar seus óculos de AR, VR e MR, em vez de projetar interfaces em telas, vamos começar a projetar cenas, ambientes e universos em que não precisamos ficar mais atrelados às leis da física do nosso mundo físico, criando inúmeras novas possibilidades para projetar experiências mais mágicas, inteligentes, imersivas e humanas.”

Danilo Saito, Head de XR Design da Questtonó Manyone

– Veja também o case: Como o XR redefine as experiências de valor para diferentes setores

4 – O que esperar de inovação em 2022 em: Saúde

“O foco na saúde e bem-estar está se expandindo para além da indústria da saúde, na medida em que empresas tradicionalmente não relacionadas ao tema estão buscando novas maneiras de entregar esse valor aos seus clientes e colaboradores – sobretudo quando consideramos a temática de saúde mental.

Vivemos um momento em que a saúde retoma seu papel essencial e volta a ser vista e vivida como algo holístico, permeando diferentes camadas – física, emocional e mental. Ela também passa a ser usada como lente para olharmos relacionamentos, finanças, relações de trabalho, aspectos emocionais, sociais e espirituais da vida. As pessoas estão olhando este tema com mais prioridade e de uma maneira mais ampla e vão cobrar essa mesma postura das empresas e do governo. É um caminho sem volta. 

A tecnologia continuará a ser um importante driver tanto para ampliar o acesso, quanto para fornecer novas formas de cuidar da saúde de forma integral. Isso vai impulsionar não só a criação de serviços, devices, wearables e apps, mas sobretudo, de ecossistemas de valor que ofereçam uma experiência completa e integrada para que as pessoas se cuidem, monitorem, mudem hábitos e tomem medidas preventivas. É a construção de um novo modelo de relação com a saúde, a partir de um olhar sistêmico, mais fluido e integrado, empoderado por inteligência de dados, machine learning e modelos preditivos.

Existem muitas possibilidades em aberto para se criar soluções a partir do contexto real de vida e necessidades das pessoas, para ajudá-las a tomar decisões e a ter autonomia na forma com que se relacionam com a saúde. O grande desafio – que também é uma grande oportunidade – é criar uma jornada de experiência de cuidado integral e integrada, figital (físico + digital) e altamente individualizada, que considera as preferências e necessidades das pessoas sem abrir mão do cuidado humano.”

por Livia Germano, pesquisadora e estrategista da Questtonó Manyone

5 – O que esperar de inovação em 2022 em: Consumo

“Se o “aceita Pix?” ainda não deixou claro, acredite: o consumidor vê hoje o mundo físico e digital como uma coisa só. A pandemia acelerou esse processo e, com isso, tanto compradores quanto vendedores (grandes e pequenos) tiveram mais acesso a novas ferramentas. As pessoas se tornaram mais rigorosas em relação à experiência no ambiente digital e esperam que, a essa altura do campeonato, as marcas já tenham se transformado nesse sentido.

Mas agora, ao mesmo tempo em que o consumidor se adaptou a uma jornada digital e sem contato, há uma retomada ao presencial em curso, em um cenário de normalidade irregular. Com isso, a pergunta que os negócios devem se fazer é: o que fica e o que muda?

Ela não tem resposta fácil. Essencialmente, o olhar de CX deve compreender todos os pontos de contato do cliente com uma marca, produto ou serviço de forma sistêmica. Acrescente a isso os seguintes fatores: muita coisa pode mudar da noite para o dia no cenário em que estamos; o digital não dispensa o físico, e vice-versa. Enquanto soluções digitais trazem diferentes benefícios, as físicas permitem com que as pessoas se conectem em outro nível com a essência da marca; e por último, há também o conceito de figital, no qual a experiência pode estar integrada de forma que seja percebida como uma só.

Há algo em comum entre os consumidores neste cenário pós-pandêmico-mas-nem-tanto: a vontade de sentir e vivenciar coisas diferentes. Depois da sensação de apatia que tomou conta no confinamento, as pessoas buscam curar o déficit emocional da pandemia e viver experiências que as permitam ter mais controle sobre seu humor.

Isso não significa que as marcas devem monitorar o humor a nível de invasão de privacidade. Um bom ponto de partida aqui é: qual é o sentimento que meu público busca e como meu produto pode criar esses momentos? Será que ele procura calma, concentração, alegria? Do mesmo jeito que quando se vai ao supermercado e há a opção entre um drink para dar energia e outro para relaxar, também é possível escolher entre um jogo de videogame ou só para se divertir ou para se conectar emocionalmente com a história.

A expectativa das pessoas em relação à ética das marcas também evoluiu. Agora, a responsabilização vai além e exige mais transparência e métricas para apresentar a maneira como a empresa lida com questões como diversidade, privacidade e meio ambiente. Esses temas não podem mais ser tratados como ações pontuais, e sim devem fazer parte da estratégia e integrar o modelo de negócio. Essa é uma agenda que deve acelerar bastante a partir de 2022.

Consumidores também têm topado se responsabilizar mais pela questão ambiental e tomam passos importantes nesse sentido, como monitorar a pegada ambiental a fim de hackear o próprio comportamento. Ainda, estão de olho em inovações que tornem produtos convencionais mais sustentáveis. Enquanto há marcas como a Vert Shoes, que utiliza materiais orgânicos na fabricação de tênis, há outras que exploram o avanço de tecnologias para promover impacto negativo em relação à emissão de carbono, como a Adidas.”

por Lucas Alves, estrategista de conteúdo da Questtonó Manyone

6 – O que esperar de inovação em 2022 em: Universo Financeiro

“A economia brasileira segue para mais um ano de instabilidade e decrescimento agravado pela pandemia, com a maior parte das famílias tendo seu poder de renda diminuído e precisando lidar de uma nova forma com o dinheiro. O isolamento acelerou ainda mais a adoção ao digital, fazendo com que o mercado entrasse em uma corrida pela solução de dores dos consumidores. Nesse contexto, o setor de fintechs foi acelerado, o Pix se solidificou, as compras digitais não pararam de crescer e o Nubank abriu seu IPO.

Também vimos o Banco Central lançar as diretrizes para o Open Banking e para uma moeda virtual nacional, o que promete causar muitas mudanças em 2022. O Open Banking permite o compartilhamento de informações entre diferentes instituições bancárias autorizadas pelo BC e com total autonomia pelo usuário, o que, na prática, faz com que os bancos passem a competir através de seus serviços. Isso deve fortalecer ainda mais o mercado de Banking as a Service, onde a oferta de serviço bancário digital ponta-a-ponta permite uma maior entrada de players de outros segmentos, como a fintech Voltz, nascida da Energisa, e contas digitais de grandes varejistas, como Magalu e Casas Bahia. 

A competição por serviço leva esse setor a olhar mais de perto para o consumidor e expandir o território de ofertas. Beyond Banking é como tem sido chamada a estratégia adotada por alguns bancos para se apoiar na digitalização das suas operações e se conectar a um ecossistema de parcerias com fintechs através de APIs. Um exemplo é o banco Inter, que vem atualizando seu app para englobar marketplaces diversos para além da criação de conteúdos financeiros.

Há também uma demanda para que pautas sociais e ambientais entrem no foco do mercado, através de políticas públicas de incentivo (como o Pix) unidas a soluções de mercado, como fintechs e carteiras de investimentos aliadas a propósito. Recentemente, a XP lançou a oferta de ações Trend Lideranças Femininas, que escolhe empresas que apresentam maioria proporcional feminina em conselhos como forma de fomentar a equidade sexual nas empresas. Isso mostra que as pessoas querem direcionar seus investimentos para rendimentos que se conectem com seus valores. Já no lado ambiental, há o aumento de fintechs com soluções focadas para o agronegócio e ações de sustentabilidade e ESG (Governança Social, Ambiental e Corporativa).

Em contrapartida, o crescimento e o hype dos NFTs (Non-Fungible-Tokens) e das criptomoedas parece não ser propriamente sustentável e tem gerado discussão em diversos segmentos. Se por um lado vemos o hype dos NFTs sendo usados em compras de artes digitais, por outro, o lançamento das diretrizes do Banco Central para a criação da moeda digital nacional nos mostra que em breve teremos novas discussões e aplicações para essa tecnologia, e uma provável aproximação entre o sistema bancário “tradicional” e o nativo digital.”

Mariana Falcão, pesquisadora e estrategista da Questtonó Manyone

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